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	<title>Escrita.org</title>
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		<title>VIVA A ESCRITA&#8230;.</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 22:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monge Zen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Viva a escrita e a vontade de escrever, pois quando este Jorge morrer, é a escrita que vai prevalecer, e alguém vai ler, vai gemer ou rir ou então irá limpar o cu ao que escrevi, ou vomitar vezes sem parar em palavras escritas mas no fundo o que eu desejo, é que essas palavras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">Viva a escrita e a vontade de escrever,</p>
<p style="text-align: center">pois quando este Jorge morrer,</p>
<p style="text-align: center">é a escrita que vai prevalecer,</p>
<p style="text-align: center">e alguém vai ler,</p>
<p style="text-align: center">vai gemer</p>
<p style="text-align: center">ou rir</p>
<p style="text-align: center">ou então irá limpar o cu ao que escrevi,</p>
<p style="text-align: center">ou vomitar vezes sem parar</p>
<p style="text-align: center">em palavras escritas</p>
<p style="text-align: center">mas no fundo o que eu desejo,</p>
<p style="text-align: center">é que essas palavras</p>
<p style="text-align: center">estejam gravadas&#8230;</p>
<p style="text-align: center">para sempre</p>
<p style="text-align: center">e não me interessa</p>
<p style="text-align: center">nem me faz impressão</p>
<p style="text-align: center">que estas palavras</p>
<p style="text-align: center">sejam gravadas no cu</p>
<p style="text-align: center">de ti meu querido irmão&#8230;</p>
<p style="text-align: center">
]]></content:encoded>
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		<title>na escrita&#8230;.</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 18:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monge Zen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[na escrita, não há expressões, tacto, cheiro, audição&#8230; na escrita á o que nos quisermos&#8230;navego nas palavras ao sabor da minha imaginação, sinto-me tão feliz por fazer parte da escrita passada. presente e futura&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>na escrita, não há expressões, tacto, cheiro,  audição&#8230; na escrita á o que nos quisermos&#8230;navego nas palavras ao  sabor da minha imaginação, sinto-me tão feliz por fazer parte da escrita  passada. presente e futura&#8230;</h3>
]]></content:encoded>
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		<title>Insónia</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 10:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lugubre Santa Cura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Pé ante pé devagar eu sinto-te. Adivinho o teu respirar ouço o teu arrastar, proximo, pressinto-te. Não há pássaros, não há vida só o vento a soprar. Despertas-me para que perceba, que voltas para me embalar. E ai largo tudo por ti deixo-me calmamente levar, não adianta resistir a mim, ao certo, que virá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pé ante pé devagar<br />
eu sinto-te.<br />
Adivinho o teu respirar<br />
ouço o teu arrastar,<br />
proximo, pressinto-te.</p>
<p>Não há pássaros, não há vida<br />
só o vento a soprar.<br />
Despertas-me para que perceba,<br />
que voltas para me embalar.</p>
<p>E ai largo tudo por ti<br />
deixo-me calmamente levar,<br />
não adianta resistir<br />
a mim, ao certo, que virá.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>BIOS</title>
		<link>http://www.escrita.org/?p=118</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 13:39:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia Plástica]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Visual]]></category>

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		<description><![CDATA[Descarregar Texto Integral]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp"></div>
<p><a href="http://www.escrita.org/ficheiros/bios.pdf"><img title="bios" src="http://www.escrita.org/wp-content/uploads/2010/02/bios-723x1024.png" alt="" width="520" height="737" /></a></p>
<p><a href="http://www.escrita.org/ficheiros/bios.pdf">Descarregar Texto Integral</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Profecia</title>
		<link>http://www.escrita.org/?p=116</link>
		<comments>http://www.escrita.org/?p=116#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 16:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lugubre Santa Cura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Sente o pulsar na ponta dos dedos, revive as memórias ao pormenor expulsa um a um os teus medos morre, se preciso, por algo maior. Enfrenta o perigo dos dias, da noite nada tens a temer ela é a base das tuas alegrias vêm comigo e deixa-te adormecer. Deixa a energia que passa por ti [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sente o pulsar na ponta dos dedos,<br />
revive as memórias ao pormenor<br />
expulsa um a um os teus medos<br />
morre, se preciso, por algo maior.</p>
<p>Enfrenta o perigo dos dias,<br />
da noite nada tens a temer<br />
ela é a base das tuas alegrias<br />
vêm comigo e deixa-te adormecer.</p>
<p>Deixa a energia que passa por ti fluir<br />
nao a sustenhas pelas rédeas domada,<br />
uma égua brava deixa de resistir<br />
mas sua cabeça não é dominada.</p>
<p>Despe os teus farrapos lavados<br />
concentra-te na tua missão,<br />
livra-te de tormentos pesados<br />
e luta firme com ambição.</p>
<p>Quando as forças te faltarem<br />
não lamentes quanto a vida dura,<br />
entrega-te quando te procurarem<br />
a Lugubre Santa Cura.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Parto</title>
		<link>http://www.escrita.org/?p=113</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 13:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lugubre Santa Cura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa noite que iluminava um vasto campo de cruzes escondido está o que amava na caverna negra de luzes levanta-se finalmente o vento arrastando o fetido odor descobre o local no momento quando ouve o gemido de dor&#8230; Do monte de carne decomposta que outrora fora virgem pura surge algo entre a fina crosta é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa noite que iluminava<br />
um vasto campo de cruzes<br />
escondido está o que amava<br />
na caverna negra de luzes</p>
<p>levanta-se finalmente o vento<br />
arrastando o fetido odor<br />
descobre o local no momento<br />
quando ouve o gemido de dor&#8230;</p>
<p>Do monte de carne decomposta<br />
que outrora fora virgem pura<br />
surge algo entre a fina crosta<br />
é sim, é Lugubre Santa Cura!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Reflexions</title>
		<link>http://www.escrita.org/?p=108</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 03:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musas Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Pingos de luz os agarras tu , com eles meus olhos os serpenteias e penteias, misturas-te tu nas tuas frias lavadas lágrimas com que me dás a beber as minhas tão tuas lembranças. Por cima da tela de teu passado cresce germinante a vida que te corta e que te pouco importa, aquela que tu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escrita.org/wp-content/uploads/2010/01/reflexions.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-106" title="reflexions" src="http://www.escrita.org/wp-content/uploads/2010/01/reflexions-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<div id="_mcePaste">Pingos de luz os agarras tu ,</div>
<div id="_mcePaste">com eles meus olhos os serpenteias e penteias,</div>
<div id="_mcePaste">misturas-te tu nas tuas frias lavadas lágrimas</div>
<div id="_mcePaste">com que me dás a beber as minhas tão tuas lembranças.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Por cima da tela de teu passado cresce germinante</div>
<div id="_mcePaste">a vida que te corta e que te pouco importa,</div>
<div id="_mcePaste">aquela que tu simplesmente embalas e que</div>
<div id="_mcePaste">teu materno leite de musgo feito a beber dás.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Como se alimentam de ti,</div>
<div id="_mcePaste">aquelas criaturas que em ti</div>
<div id="_mcePaste">habitam.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Duas criaturas se deixam ceder na tua tentação,</div>
<div id="_mcePaste">que escorrem remoinhos de multi-colores memórias</div>
<div id="_mcePaste">que em ti te permanecerão riscadas.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Lavo meu olhar nas lágrimas de cristal que liquidificam</div>
<div id="_mcePaste">sombras de um passado que para ti mais observas como</div>
<div id="_mcePaste">teu presente.</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Chuva de Quinta-Feira</title>
		<link>http://www.escrita.org/?p=103</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 03:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prosa]]></category>
		<category><![CDATA[Rascunhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Abro minha janela, pego em minha sacola, saio em beijo sujo raspado no breve rosto de minha mãe, respiro um breve olhar e saio sem ver. Ao fundo das escadas parava o velho casmurro de sempre. - Uma senha por&#8230; favor – Já desviava o olhar. - Quanto é ? Por baixo jorrava a água [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abro minha janela, pego em minha sacola, saio em beijo sujo raspado no breve rosto de minha mãe, respiro um breve olhar e saio sem ver. Ao fundo das escadas parava o velho casmurro de sempre.</p>
<p>- Uma senha por&#8230; favor – Já desviava o olhar.<br />
- Quanto é ?</p>
<p>Por baixo jorrava a água da chuva que batia em cima sem eu lhe ter dado conta que me presenteava por finos raiares azulados quais lá esperava a cada gota caída;</p>
<p>- 180 escudos se faz favor.<br />
- Aqui estão.</p>
<p>Prata escura, fina e prateada líquida, como que se lhe tivessem posto as mãos nuas de um fantasma de fogo, jorrara para dentro de um bueiro, a monte pelos buracos expelidos pelas vigorosas máquinas de ferro, aço e chuva.</p>
<p>- Ora tenha um bom dia, uma boa viagem!<br />
&#8230;esmoreci.</p>
<p>Já la tinha entrado em guarda-chuva fechado acordava-me adormecido, a meu ver dentro de uma hora já la estava. O ambiente era como o de um café de esquina, cheio e cheio de fumo, gentes gestos sacolas luz e chuva. Condenado nos vigorosos perfumes citadinos.<br />
- Um bom guitarrista toca bem em qualquer guitarra! &#8211; Gritara o condutor meio ébrio de sono também ele de rijas barbas brancas de fazer lembrar idade igual para aquele veículo que conduzia, e que para seus passageiros, mal em si mesmo se segurava.</p>
<p>Crisp! Bizug! Zag! E lá nos movíamos nós para lugar mais distante.</p>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS';">Tacteei o meu lugar equilibrado enquanto a mim me fazia equilibrar, na infinita dança pelo veículo tomada.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS';">Depois de sentado no solavancado assento, acentuei os meus joelhos enquanto juntava as minhas tralhas carregadas.</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Comporto os sabores de sal</title>
		<link>http://www.escrita.org/?p=100</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 03:40:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rascunhos]]></category>
		<category><![CDATA[sabores]]></category>
		<category><![CDATA[sal]]></category>

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		<description><![CDATA[Se te tentares lembrar, o ar de hoje cheira aquele que em tempos engolimos, aquela saliva entrelaçada que procurava filtrar o ar que suspiravas. O mar nesse dia fez-se lamber pelo ar em salpicos envolvidos em tacteantes nocturnas sombras,

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se te tentares lembrar, o ar de hoje cheira aquele que em tempos engolimos, aquela saliva entrelaçada que procurava filtrar o ar que suspiravas. O mar nesse dia fez-se lamber pelo ar em salpicos envolvidos em tacteantes nocturnas sombras,</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A lua</title>
		<link>http://www.escrita.org/?p=93</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 19:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Cohen Tourais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[“Por que tens, por que tens olhos escuros E mãos languidas, loucas, e sem fim Quem és, quem és tu, não eu, e estás em mim Impuro, como o bem que está nos puros ? Que paixão te fez os lábios tão maduros Num rosto como o teu, criança assim Quem te criou tão boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>“Por que tens, por que tens olhos escuros</div>
<div>E mãos languidas, loucas, e sem fim</div>
<div>Quem és, quem és tu, não eu, e estás em mim</div>
<div>Impuro, como o bem que está nos puros ?</div>
<div></div>
<div>Que paixão te fez os lábios tão maduros</div>
<div>Num rosto como o teu, criança assim</div>
<div>Quem te criou tão boa para o ruim</div>
<div>E tão fatal para os meus versos duros?</div>
<div></div>
<div>Fugaz, com que direito me tens presa</div>
<div>A alma, que por ti soluça nua</div>
<div>Não és Maria e nem Teresa:</div>
<div>E és tão pouco a mulher que anda na rua</div>
<div>Vagabunda, patética e indefesa</div>
<div>Feiticeira Lua”</div>
<div></div>
</div>
]]></content:encoded>
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